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Geração Y e a escola

2 de agosto de 2010

Ser professor hoje requer competências que são muito difíceis de administrar. Cabe então uma reflexão sobre o encontro entre aprendizes e mestres. No cotidiano da sala de aula, nos deparamos com gerações diferentes, conflitos, incertezas, tempos incertos, mundos antagônicos…

Os jovens da Geração Y tiveram muito acesso a informações desde cedo. Eles chegam às escolas com um grande conhecimento de mundo, domínio de idiomas e uso de novas tecnologias. Esse conjunto de habilidades os desestimula a aula convencional do “cuspe e giz”.
Como resolver isso? É possível entender como pensam e agem as pessoas da geração digital?

Incentivo-educação-pobres-Lula

12 de julho de 2010

Esta semana foi veiculada uma noticia no site UOL sobre uma declaração do presidente da republica, Lula, sobre o ingresso de jovens no ensino superior. A declaração era voltada aos presidentes anteriores. Em tom de crítica, o presidente Lula acusou os presidentes anteriores de não incentivarem o ingresso de jovens pobres no ensino superior.

 

Diante desta declaração é preciso fazer uma análise do ensino superior nos últimos 16 anos pelo menos. Até 1994, antes da Lei 9394 (Lei de diretrizes e base da educação) que só foi promulgada em 1996, o Brasil tinha pouco mais de 700 mil vagas no ensino superior, e não era permitido que empresas privadas oferecessem este tipo de serviço. Tínhamos no Brasil perto de 3% dos jovens entre 18 e 24 anos matriculados no ensino superior, e como todos sabem, a educação pública era reservada a poucos, que tinham condições de estudar em bons colégios e pagar ótimos “cursinhos” para se prepararem para o vestibular. Ou seja, a educação superior estatal era para a minoria que não precisava dela.Nesta época, as instituições públicas eram responsáveis por aproximadamente 150.000 vagas e o ensino pago por cerca 500.000.

 

Após a LDB de 1996, que permitiu que entidades com fins de lucro oferecessem educação de nível superior, houve uma explosão de crescimento, chegando a taxas de mais de 20% ao ano na abertura de novas vagas, porém, a grande maioria delas privada.

 

Passados quase 15 anos da promulgação da lei, a situação atual é a seguinte: cerca de 5 milhões de alunos no ensino superior, sendo quase 4 milhões no ensino privado e cerca de 1,5 milhão no ensino público. Porém, se analisarmos o posicionamento do atual governo em relação a política de educação, podemos encontrar no site do MEC as seguintes afirmações:

"O processo de globalização colocou nosso país e a universidade diante de uma encruzilhada. De um lado, o caminho da desregulamentação e da mercantilização do ensino, que retira do Estado o protagonismo na definição das políticas educacionais. De outro, um projeto que percebe a educação superior como um direito público a ser ofertado pelo Estado gratuitamente, com qualidade, com democracia e comprometido com a dignidade do povo brasileiro, com as expressões multiculturais que emergem do interior da sociedade, com a sustentabilidade ambiental e com o desenvolvimento tecnológico de sua estrutura produtiva.

O governo atual optou pelo segundo caminho: valorização da universidade pública e defesa da educação como um direito de todos os brasileiros. Para o Ministério da Educação, a universidade tem um papel estratégico na construção de um novo projeto de desenvolvimento, que compatibilize crescimento sustentável com justiça social."

 

Diante destas afirmações fica difícil entender a crítica do presidente Lula.

Se o atual governo acredita no ensino público, que tem pouco menos de 1,5 milhão de vagas, e é sabido por todos nós que menos de 10% dos jovens de 18 a 24 anos do Brasil estão matriculados no ensino superior, o que esta sendo feito, por este governo, para incentivar (ou melhor, viabilizar) o ingresso de jovens pobres no ensino superior?

 

Texto de Daniel Antonucci

Semesp debate gestão do Ensino Superior

11 de maio de 2010

 

Com o objetivo de ampliar a atuação da entidade em todo o Estado de São Paulo e levar orientação especializada ao corpo diretivo das IES em suas regiões de atuação, em 2005 foram realizadas as primeiras Jornadas Regionais do SEMESP. Por meio desde ciclo de palestras, o Sindicato tem a oportunidade de interagir com os gestores das IES de diversas regiões do interior, conhecer melhor sua realidade e, assim, trabalhar para o fortalecimento do Ensino Superior Paulista como um todo.

Os gestores, por sua vez, têm acesso a atualizações e orientações especializadas, fundamentais no dia-a-dia de trabalho, através de palestras cujos temas são sugeridos pelas próprias IES. As Jornadas Regionais atingem anualmente mais de 1.000 pessoas, de cerca de 160 IES de todo o Estado.

Censo da Educação Superior - Prazo prorrogado

4 de maio de 2010

O INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira) prorrogou, pela segunda vez, o prazo para o preenchimento do Censo da Educação Superior 2009.
 
Agora, as instituições de educação superior (IES) têm até o dia 10 de maio para o fornecimento de dados, realizado mediante preenchimento de sistema on-line.

Você sabe o que andam dizendo sobre a sua Instituição de Ensino?

16 de abril de 2010

Nós sabemos!

 

Você não pode controlar o que as pessoas estão dizendo sobre sua instituição de ensino. 

O que você pode fazer é ter conhecimento da Reputação 2.0 e organizar ações que melhorem a imagem de sua marca na rede.

O Planeta Y é uma solução totalmente focada em instituições de ensino.

6ª Jornadas Regionais Semesp

31 de março de 2010

Ontem a Cadsoft participou de um evento organizado pelo Semesp que discutiu temas relacionados à gestão e políticas educacionais com líderes e decisores de 24 instituições de ensino.

O evento foi realizadoem São Paulo e contou com 3 palestras. José Roberto Covac, consultor jurídico do Semesp, e Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp falaram sobre a legislação, os instrumentos de avaliação e os indicadores CPC e IGC.

Glauson Mendes, líder educador da Cadsoft, apresentou o "PLANETAY"uma ferramenta baseada na interatividade das redes sociais e na importância da organização da comunicação online para as Instituições de Ensino.

Censo da Educação Superior 2009

29 de janeiro de 2010

TEXTO SOBRE: Comunidade Brasileira  Governo  IES  MEC

No início do mês de janeiro o INEP divulgou as orientações para o preenchimento do Censo da Educação Superior de 2009. Devem responder ao censo todas as IES que tiveram pelo menos um curso com alunos matriculados e data de início de funcionamento entre janeiro e dezembro de 2009, conforme ofício de 15/01/2010. A data final para que as IES respondam ao censo é 05/04/2010.

Entrega de certificados do MPS.BR

9 de outubro de 2009

Ontem, dia 08/10/2009 o CCOMP.MG realizou um evento, durante a 5ª feira de inovação tecnológica - Inovatec 2009, no qual foram entregues pela FUMSOFT (Sociedade Mineira de Software) os certificados de conclusão dos Projetos MPS.BR/ 2007-03 (G3) e MPS.BR/ 2007-04 (G4), às empresas participantes dos projetos que alcançaram a qualificação MPS.BR.

Solução Pergamum

24 de setembro de 2009

A partir de 2007 a Cadsoft investiu em uma parceira preciosa com o Pergamum - uma solução de gestão de bibliotecas desenvolvida pela equipe de Tecnologia da Informação da PUC do Paraná. Essa solução vem complementar a GAM com excelência.

O Pergamum é considerado hoje uma das principais soluções de gerenciamento de centros de Informação, sendo utilizado por várias instituições de ensino privadas e Federais no Brasil.

Valeu a pena!

24 de junho de 2009

 

Na semana do dia 01 a 05/06 estive junto com o Rogério Dalcin fazendo operação curiosidade e planejamento do Projeto de um parceiro nosso: a FAL – Faculdade de Natal. O resultado desse trabalho foi a apresentação de um projeto que ganhou o nome de Bússola. O nome foi escolhido devido às funcionalidades desse objeto.

 

Aproveitando a visita à terra do sol, liguei para o Oswaldo e Ronald para saber se poderia visitá-los para um bate papo e talvez ajudar em alguns assuntos do projeto Raízes. Assim, marcamos uma reunião às 9h do dia 09/06.