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Software livre nas universidades?

12 de dezembro de 2011

 

 

A universidade é um dos meios que mais incentivam a produção de conhecimento. Pode-se afirmar que para produzir conhecimento é necessário haver, pelo menos, outro conhecimento disponível para servir como base. O que acontece é que algumas vezes estes conhecimentos-base são restringidos, seja por meio de venda e/ou licença, tornando o acesso a eles limitado a pequenos grupos. A restrição do uso dessas ferramentas compromete bastante o acesso e a produção de conhecimento, já que pode estreitar um aprendizado. Desta maneira, proponho uma discussão em torno da livre utilização de softwares nas universidades.

Um software livre é aquele que pode ter seu código fonte alterado por qualquer usuário e não exige licença para distribuição. Suas desvantagens são as interfaces pouco intuitivas, instalações mais complicadas e estabilidade ruim. Pelo fato de os softwares livres não necessitarem de licenças, ele acaba se tornando mais viável e mais econômico também, sabe-se que o governo federal economizou 380 milhões de reais com a utilização de softwares livres de servidores no Brasil em 2008. Nos órgãos públicos e privados existem muitas vantagens, tanto pelo fator econômico, quanto pelo papel social e educacional que ele pode desenvolver na produção de conhecimento.

A principal discussão aqui não é a questão financeira, que diz respeito à economia de gastos com licenças e compras de softwares. Diz respeito também à democratização destas ferramentas de conhecimento, sendo a universidade um local de formação e universalização de conhecimento, tornar acessível o conteúdo presente nestas ferramentas é imprescindível, já que o aprendizado é o principal objetivo.

O incentivo ao uso dos softwares livres diz respeito também ao desenvolvimento tecnológico do país, por ser mais fácil de adequá-los aos sistemas e de corrigir falhas, mas também por demandar e incentivar a formação de técnicos qualificados.

Apesar do apoio à liberdade de expressão e da flexibilidade que os softwares livres oferecem, existem também pontos contrários, como o incentivo à pirataria e a não preservação do conteúdo inicial da ferramenta.

E você? O que acha dos softwares livres? É a favor ou contra o uso deles nas universidades?

Cresce o número de Cursos Tecnólogos no Brasil

2 de dezembro de 2011

 Quer seguir carreira na área de tecnologia? Não tem tempo para investir em uma universidade? Já ouviu falar em Cursos Superiores de Tecnologia, ou Tecnólogo?  

Hoje existe um grande número de instituições de ensino investindo nesta modalidade educacional. Esses cursos, além de possuírem uma duração mais curta, geralmente 2 a 3 anos, também oferecem um ensino mais aplicável e diretamente ligado à necessidade do mercado.

As áreas ligadas à tecnologia têm ganhado grande destaque nos dias de hoje, tanto por causa do avanço tecnológico dos últimos anos, como também por ser uma área muito abrangente e que constantemente possui uma alta demanda de profissionais especializados. 
A vantagem de um curso tecnólogo é que ele, por possuir menor duração, está mais focado em formar especialistas em áreas específicas. O curso de graduação, por exemplo, forma profissionais com habilidade para atuar em diversas áreas, mas requer mais tempo de estudo e um estudo mais amplo. O tecnólogo, apesar de formar um profissional exclusivo para aquela determinada área, o torna mais especialista, com estudos mais profundos e direcionados naquela área.

Esse tipo de curso surgiu conforme a demanda de setores ramificados, tanto na engenharia, como na computação e outros, o mercado começou a exigir trabalhadores cada vez mais especializados, em áreas bem segmentadas. Essa demanda exigia também rapidez na formação do profissional. Os cursos tecnólogos são ideais tanto para um trabalhador já possui conhecimentos em uma determinada área, servindo apenas para aprimorar seus conhecimentos prévios, como para aumentar a área de atuação do trabalhador, com cursos complementares à sua área de atuação. Se o objetivo for um curso ainda mais amplo, sem uma especialização definida, o ideal são os cursos de graduação por abordarem temas diversos e mais abrangentes.

O aumento da procura por esses cursos tecnólogos se deve a rapidez em que o profissional é colocado no mercado, o curso sendo mais curto e enfático acaba suprindo as carências específicas de uma região, seja por demanda de mão-de-obra especializada em uma empresa ou por urgência de bons profissionais. 

A maior crítica feita às especializações rápidas é a respeito da possível deficiência da formação cultural do aluno. Apesar de a grade curricular ser menor em tamanho, ela é bem mais enfática do que a do bacharelado, por exemplo, e se concentra em questões específicas do trabalho.

Os graduados nos CST (Cursos Superiores de Tecnologia) são profissionais de nível superior com formação direcionada para a produção, inovação científico-tecnológica e gestão de processos de produção de bens e serviços. Eles possui validade oficial assim como os demais cursos superiores (bacharelado ou licenciatura), e com ele é possível fazer uma pós-graduação, MBS e até mesmo um mestrado.

 
Segundo o Ministério da Educação, estes são abertos a qualquer candidato que tenha concluído o ensino médio, ou equivalente, e que tenham sido classificados no processo seletivo. 

“The book is on the tablet?”

21 de setembro de 2011

De acordo com a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a partir de 2012 o Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets nas escolas públicas com o objetivo de universalizar o acesso à tecnologia para os alunos.

O tablet é um dispositivo pessoal em formato de prancheta que não possui teclado, apenas uma tela com entre 7 e 10 polegadas – bem maior que um iphone, por exemplo - e sensível ao toque.

Ele pode ser usado para acesso à internet, armazenamento e visualização de fotos, músicas e vídeos, leitura de jornais, livros e revistas, e ainda download de jogos e outros aplicativos.

Participe do IES Management

6 de maio de 2011

Entre os dias 15 e 17 de junho, a cidade de São Paulo receberá representantes das Instituições de Ensino Superior Privado de todo o país para acompanhar os debates do IES Management – Fórum de Práticas e Gestão em Instituições de Ensino Superior.

 

Clientes da Cadsoft podem se inscrever no evento com 15% de desconto. Não deixe de se inscrever!

Por Marcelo Toledo

 

Em pauta, o movimento de fusões e aquisições no setor, a profissionalização da gestão, inovação e capacitação do corpo gerencial das IES privadas.

 

Organizado pela IBC, o Fórum IES Management terá como mote de sua programação um reflexo do mercado atual. “O setor passa por um processo de consolidação, com grandes grupos educacionais adquirindo instituições menores. Neste cenário, todos buscam a profissionalização da gestão como forma de obter melhores resultados e se preparar para os desafios da concorrência” explica Yvelise Tonon, gerente do IES Management.

 

A estrutura do fórum permitirá aos participantes o debate de temas amplos nas sessões matutinas, e o aprofundamento em questões específicas à tarde. Perspectivas globais e macro ambiente da educação superior no Brasil, financiamento e investimentos nas instituições, sustentabilidade, desenvolvimento para as pequenas e médias IES, modernização tecnológica, recursos humanos e inovação serão temas discutidos nos dias 15 e 16, pela manhã.

Nas sessões vespertinas, o publico poderá acompanhar diversas apresentações e experiências práticas sobre marketing e comunicação nas IES, gestão financeira e recursos humanos. Estão programadas palestras do IBMEC, FECAP, UNIGRANRIO, Fundação Vanzolini, UNIMEP, PUC-PR, FGV, UMC, FAAP, FMU, FIA, Universidade Braz Cubas e HSM Educação.

 

Entre os palestrantes confirmados destacam-se o diretor presidente do grupo Estácio, Eduardo Alcalay, o presidente do grupo Anima, Daniel Faccini Castanho, o vice-presidente da UNITALO, Cristiano Marchi Gimenes, o vice-reitor da UNIBAN, Ellis Brown, o ex-reitor da UNISUL, Prof. Gerson da Silveira, e os diretores regional e de marketing do grupo Anhanguera, Carlos Roberto Pagani Jr. e Carlos Renato Fernandes. 

O Fórum IES Management é uma iniciativa da IBC, empresa do Informa Group, com o patrocínio da Cadsoft. As informações sobre o evento estão disponíveis no site www.iesmanagement-ibc.com.br e na Central de Atendimento, pelo telefone 11-3017-6808.

 

AGENDA:

IES Management – Fórum de Práticas e Gestão em Instituições de Ensino Superior

Data: 15 a 17 de junho de 2011.

Local: AMCHAM Business Center – Rua da Paz, 1431 – Santo Amaro, SP

Organização: IBC, empresa do Informa Group

Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.com.br

Saiba o que aconteceu no 2º SADE BR

3 de maio de 2011

Na quinta-feira, dia 28/04, aconteceu a 2ª edição do Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira no escritório da Microsoft em São Paulo. O evento começou com a palestra de Glauson Mendes (@glausonmm) que apresentou um “Panorama das Redes Sociais no Ensino Superior Brasileiro”.

A apresentação abordou uma pesquisa realizada com o monitoramento das redes sociais na ferramenta Planeta Y de Maio de 2010 à Abril de 2011 e apontou dados relevantes sobre a utilização das redes sociais pelas IES.

Você sabia que 77% das citações nas redes monitoradas pela pesquisa vieram do Sudeste? Essa e outras conclusões você pode acompanhar na palestra:

Depois de todos os dados apresentados por Glauson Mendes, foi a vez de Raquel Recuero (@raquelrecuero) falar sobre “Conversação, contexto e mídia social”.

Dentre dados e informações importantes, a palestrante falou sobre a importância do conteúdo e do contexto para engajamento nas redes sociais.

Segundo Raquel Recuro, “Tomar parte na conversação é essencial no mundo da mídia social.” Não deixe de conferir a palestra na íntegra:

É importante compartilhar informações na rede e isso pode trazer inúmeros benefícios para sua instituição de ensino. Mas como medir esses resultados?

Para nos falar sobre como medir esses resultados, Rafael Damasceno (@rafaeld) falou sobre “Métricas na web 2.0. O que é relevante e o que não é relevante?”

Com sua experiência em Web Anatytics, Rafael falou sobre relatórios importantes e métricas necessárias para justificar o investimento em redes sociais pela instituição. 

Se você quer saber um pouco mais sobre ferramentas que pode utilizar para medir ações digitais, confira a palestra:

Você já conhece o Live@edu? A ferramenta da Microsoft que pode revolucionar a comunicação com seus alunos e professores:

Para fechar as palestras na primeira parte do dia, Marcus Aquenaton (@marcusaquenaton) falou sobre o “Revolucionário Educacional Criativo”.

A apresentação mostrou o aplicativo criado no Facebook pela Universidade de Guarulhos (@Ung_oficial) e os resultados esperados com a ação.

O aplicativo na rede de relacionamentos prevê uma série de perguntas que apontam como resultado as áreas profissionais de maior interesse de quem está respondendo.

O que a instituição pretende alcançar com ações como essa? Descubra na apresentação de Marcus:

A parte da tarde começou bem com a entusiasmada palestra de Rafael Villas Bôas sobre “Portais x CRM x Monitoramento de Redes Sociais”.

Com uma série de insights sobre como pensar e fazer marketing no segmento educacional, Rafael abordou ações digitais e a eficácia de um portal de uma instituição de ensino.

Com o objetivo de refletir a forma como as instituições estão disponibilizando informações na rede, fez uma comparação de portais e abordou práticas e estratégias que podem fazer a diferença na internet.

Para ter acesso ao conteúdo ministrado por Rafael Villas Bôas, escreva para rafael.villas@cadsoft.com.br

 

Para não deixar o assunto iniciado por Marcus Aquenaton sobre a importância dos aplicativos na web 2.0 morrer, Grazielle Mendes (@grazimendes) abordou alguns cases do Centro Universitário UniBH na palestra: “O poder dos aplicativos nas redes sociais”.

Além de compartilhar a estratégia, o desenvolvimento e os benefícios para o público que interagia com os aplicativos, Grazielle mostrou os resultados alcançados nas várias ações apresentadas.

Saiba um pouco mais sobre o assunto e como outras IES estão trabalhando nas redes sociais para alcançar o engajamento com os públicos de interesse assistindo à apresentação:

Enquanto todos os palestrantes apresentavam os benefícios de investimento nas novas mídias e falavam sobre cases de sucesso, Lucas Rossi (@estagiarioy e @lucasrossi1988) fez sua apresentação para mostrar um contraponto.

A palestra “Estagiário Y” abordou como pensam e como agem os pertencentes à tão falada “Geração Y”. O que seus alunos esperam da sua instituição de ensino? Como usar esse público a seu favor e engajar cada um deles na conversação online?

Essas e outras perguntas são abordadas e respondidas de uma maneira bem descolada na apresentação de Lucas:

Qual a visão do mantenedor sobre a entrada da instituição nas redes sociais? Como a instituição pode, por meio da divulgação de mensagens online, potencializar sua presença e o relacionamento com público alvo de interesse?

Esse foi o tema abordado por Carmen Luiza da Silva em sua palestra: “A expectativa do mantenedor sobre o ingresso nas Redes Sociais” Quer saber Como os profissionais  de marketing podem utilizar a web 2.0 de forma a gerar resultados para as IES e qual posicionamento estratégico esperado?

Descubra o que pensa a Pró-Reitora Acadêmica da Universidade Tuiuti do Paraná:

Para fechar o evento com chave de ouro, Mariela Castro (@marielacastro) falou sobre: “Mídias sociais como estratégia de negócios”.

Abordando o conceito de “Geração C” ela fala sobre comunicação, conexão, colaboração, co-criação, coleção, categorização, conhecimento coletivo, customização, conversação, comunidade e COMPORTAMENTO.

Falando sobre conhecimento, ela cita Marc Prensky um educador que diz que “a fonte de conhecimento hoje não são mais apenas os professores, e sim a internet.” Entenda mais sobre as mudanças no comportamento coletivo na palestra de Mariela:

O evento foi inteiramente transmitido pelo Twitter: www.twitter.com/sadebr

As fotos e demais informações estão em nossa página no facebook: www.facebook.com/sadebr

Não fique de fora desse universo e ajude a organizar o próximo evento. Críticas, sugestões, comentários e todo feedback sobre a realização do evento são bem vindas!

Já estamos nos preparando para a 3ª edição e contamos com você para nos ajudar a selecionar temas, sugerir palestrantes e tornar o SADE BR um evento cada vez melhor.

Separe a data da próxima edição: 27/10

E até lá, estaremos sempre nas redes para não deixar a discussão sobre a importância das redes sociais para a educação brasileira parar. Amplie o diálogo e interaja com seu público.

Engajamento é essencial!!!  

2º SADE BR

22 de março de 2011

 

No dia 28 de abril de 2011, a Cadsoft, em parceria com a Microsoft, realizará em São Paulo a 2º edição do Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira para discutir o tema: "Conversão e relacionamento potencializados pelas redes sociais”.

SADE BR

20 de setembro de 2010

No dia 28 de outubro de 2010, a Cadsoft, em parceria com a Microsoft, realizará em São Paulo o 1º Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira para discutir o tema: “O ponto de encontro e relacionamento da Geração Y”.

Geração Y e a escola

2 de agosto de 2010

Ser professor hoje requer competências que são muito difíceis de administrar. Cabe então uma reflexão sobre o encontro entre aprendizes e mestres. No cotidiano da sala de aula, nos deparamos com gerações diferentes, conflitos, incertezas, tempos incertos, mundos antagônicos…

Os jovens da Geração Y tiveram muito acesso a informações desde cedo. Eles chegam às escolas com um grande conhecimento de mundo, domínio de idiomas e uso de novas tecnologias. Esse conjunto de habilidades os desestimula a aula convencional do “cuspe e giz”.
Como resolver isso? É possível entender como pensam e agem as pessoas da geração digital?

Incentivo-educação-pobres-Lula

12 de julho de 2010

Esta semana foi veiculada uma noticia no site UOL sobre uma declaração do presidente da republica, Lula, sobre o ingresso de jovens no ensino superior. A declaração era voltada aos presidentes anteriores. Em tom de crítica, o presidente Lula acusou os presidentes anteriores de não incentivarem o ingresso de jovens pobres no ensino superior.

 

Diante desta declaração é preciso fazer uma análise do ensino superior nos últimos 16 anos pelo menos. Até 1994, antes da Lei 9394 (Lei de diretrizes e base da educação) que só foi promulgada em 1996, o Brasil tinha pouco mais de 700 mil vagas no ensino superior, e não era permitido que empresas privadas oferecessem este tipo de serviço. Tínhamos no Brasil perto de 3% dos jovens entre 18 e 24 anos matriculados no ensino superior, e como todos sabem, a educação pública era reservada a poucos, que tinham condições de estudar em bons colégios e pagar ótimos “cursinhos” para se prepararem para o vestibular. Ou seja, a educação superior estatal era para a minoria que não precisava dela.Nesta época, as instituições públicas eram responsáveis por aproximadamente 150.000 vagas e o ensino pago por cerca 500.000.

 

Após a LDB de 1996, que permitiu que entidades com fins de lucro oferecessem educação de nível superior, houve uma explosão de crescimento, chegando a taxas de mais de 20% ao ano na abertura de novas vagas, porém, a grande maioria delas privada.

 

Passados quase 15 anos da promulgação da lei, a situação atual é a seguinte: cerca de 5 milhões de alunos no ensino superior, sendo quase 4 milhões no ensino privado e cerca de 1,5 milhão no ensino público. Porém, se analisarmos o posicionamento do atual governo em relação a política de educação, podemos encontrar no site do MEC as seguintes afirmações:

"O processo de globalização colocou nosso país e a universidade diante de uma encruzilhada. De um lado, o caminho da desregulamentação e da mercantilização do ensino, que retira do Estado o protagonismo na definição das políticas educacionais. De outro, um projeto que percebe a educação superior como um direito público a ser ofertado pelo Estado gratuitamente, com qualidade, com democracia e comprometido com a dignidade do povo brasileiro, com as expressões multiculturais que emergem do interior da sociedade, com a sustentabilidade ambiental e com o desenvolvimento tecnológico de sua estrutura produtiva.

O governo atual optou pelo segundo caminho: valorização da universidade pública e defesa da educação como um direito de todos os brasileiros. Para o Ministério da Educação, a universidade tem um papel estratégico na construção de um novo projeto de desenvolvimento, que compatibilize crescimento sustentável com justiça social."

 

Diante destas afirmações fica difícil entender a crítica do presidente Lula.

Se o atual governo acredita no ensino público, que tem pouco menos de 1,5 milhão de vagas, e é sabido por todos nós que menos de 10% dos jovens de 18 a 24 anos do Brasil estão matriculados no ensino superior, o que esta sendo feito, por este governo, para incentivar (ou melhor, viabilizar) o ingresso de jovens pobres no ensino superior?

 

Texto de Daniel Antonucci

Semesp debate gestão do Ensino Superior

11 de maio de 2010

 

Com o objetivo de ampliar a atuação da entidade em todo o Estado de São Paulo e levar orientação especializada ao corpo diretivo das IES em suas regiões de atuação, em 2005 foram realizadas as primeiras Jornadas Regionais do SEMESP. Por meio desde ciclo de palestras, o Sindicato tem a oportunidade de interagir com os gestores das IES de diversas regiões do interior, conhecer melhor sua realidade e, assim, trabalhar para o fortalecimento do Ensino Superior Paulista como um todo.

Os gestores, por sua vez, têm acesso a atualizações e orientações especializadas, fundamentais no dia-a-dia de trabalho, através de palestras cujos temas são sugeridos pelas próprias IES. As Jornadas Regionais atingem anualmente mais de 1.000 pessoas, de cerca de 160 IES de todo o Estado.