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O aprendizado e as redes sociais

11 de janeiro de 2012

A cada dia que passa, conseguimos notar, com mais frequência, o crescimento das redes sociais, principalmente no Brasil. Hoje em dia são diversas as modalidade de empresas que fazem o uso destas mídias, não só como fonte de marketing, mas também com o intuito de se aproximar do cliente, tentando descobrir seus hábitos e interesses.

Sabendo que são infinitas as maneiras e as possibilidades de utilização destas novas mídias, as instituições de ensino têm se movimentado bastante com o objetivo de explorar ainda mais o potencial destas ferramentas. Até agora as instituições tinham investido mais em processos de relacionamento e marketing. A nova proposta de alguns professores, principalmente de ensinos à distância, é de promover, também, conteúdos didáticos nessas mídias.

Porém, esta proposta possui certas dificuldades, como a falta de preparação de professores, que ainda não estão totalmente adaptados às novas tecnologias. Falta também um processo de planejamento que concilie as tecnologias ao plano pedagógico da instituição. Afinal, é a proposta acadêmica que pode tornar o uso das novas tecnologias uma estratégia positiva ou negativa, não a quantidade de ferramentas tecnológicas inseridas na plataforma de ensino.

Além da necessidade de um projeto pedagógico compatível com as mídias sociais, é importante também entender o processo de aprendizado na rede, pois nela, geralmente os usuários não se limitam a ser meros expectadores. Por isso, ele deve ser um processo diferenciado, que englobe a interação e a participação ativa dos alunos. Nos cursos à distância, as redes sociais podem auxiliar não só na aproximação de diferentes perfis de alunos como também pode tornar o curso mais motivador e o processo de ensino/aprendizado mais atraente.Pesquisas revelam que a falta de vontade e de interesse pelos estudos levam muitos estudantes a abandonarem o curso.

Para manter o curso atraente, existem três formas de interação com o aluno: o cognitivo, o colaborativo e o imersivo. O primeiro o aluno é apenas um ouvinte, no segundo, incentiva-se a interação física ou virtual com sintonia e colaboração mútua, e o terceiro diz respeito aos simuladores de aprendizagem como jogos e ambientes de realidade virtual. É aconselhável o uso de todas as alternativas para possibilitar ao aluno escolher a opção que melhor se adapte.

As redes sociais são ferramentas de amplo uso, além da possibilidade de utilizá-las como plataforma de ensino, elas podem ser usadas também para captação e relacionamento com o aluno, além de servir como base para diagnósticos de processos ou tomada de decisões.

É mais um caminho para manter diálogo, esclarecer dúvidas e receber sugestões e críticas. Não fique de fora.

Para saber mais sobre Instituições de Ensino e estratégias em Mídias Sociais, acesse: 

Software livre nas universidades?

12 de dezembro de 2011

 

 

A universidade é um dos meios que mais incentivam a produção de conhecimento. Pode-se afirmar que para produzir conhecimento é necessário haver, pelo menos, outro conhecimento disponível para servir como base. O que acontece é que algumas vezes estes conhecimentos-base são restringidos, seja por meio de venda e/ou licença, tornando o acesso a eles limitado a pequenos grupos. A restrição do uso dessas ferramentas compromete bastante o acesso e a produção de conhecimento, já que pode estreitar um aprendizado. Desta maneira, proponho uma discussão em torno da livre utilização de softwares nas universidades.

Um software livre é aquele que pode ter seu código fonte alterado por qualquer usuário e não exige licença para distribuição. Suas desvantagens são as interfaces pouco intuitivas, instalações mais complicadas e estabilidade ruim. Pelo fato de os softwares livres não necessitarem de licenças, ele acaba se tornando mais viável e mais econômico também, sabe-se que o governo federal economizou 380 milhões de reais com a utilização de softwares livres de servidores no Brasil em 2008. Nos órgãos públicos e privados existem muitas vantagens, tanto pelo fator econômico, quanto pelo papel social e educacional que ele pode desenvolver na produção de conhecimento.

A principal discussão aqui não é a questão financeira, que diz respeito à economia de gastos com licenças e compras de softwares. Diz respeito também à democratização destas ferramentas de conhecimento, sendo a universidade um local de formação e universalização de conhecimento, tornar acessível o conteúdo presente nestas ferramentas é imprescindível, já que o aprendizado é o principal objetivo.

O incentivo ao uso dos softwares livres diz respeito também ao desenvolvimento tecnológico do país, por ser mais fácil de adequá-los aos sistemas e de corrigir falhas, mas também por demandar e incentivar a formação de técnicos qualificados.

Apesar do apoio à liberdade de expressão e da flexibilidade que os softwares livres oferecem, existem também pontos contrários, como o incentivo à pirataria e a não preservação do conteúdo inicial da ferramenta.

E você? O que acha dos softwares livres? É a favor ou contra o uso deles nas universidades?

Cresce o número de Cursos Tecnólogos no Brasil

2 de dezembro de 2011

 Quer seguir carreira na área de tecnologia? Não tem tempo para investir em uma universidade? Já ouviu falar em Cursos Superiores de Tecnologia, ou Tecnólogo?  

Hoje existe um grande número de instituições de ensino investindo nesta modalidade educacional. Esses cursos, além de possuírem uma duração mais curta, geralmente 2 a 3 anos, também oferecem um ensino mais aplicável e diretamente ligado à necessidade do mercado.

As áreas ligadas à tecnologia têm ganhado grande destaque nos dias de hoje, tanto por causa do avanço tecnológico dos últimos anos, como também por ser uma área muito abrangente e que constantemente possui uma alta demanda de profissionais especializados. 
A vantagem de um curso tecnólogo é que ele, por possuir menor duração, está mais focado em formar especialistas em áreas específicas. O curso de graduação, por exemplo, forma profissionais com habilidade para atuar em diversas áreas, mas requer mais tempo de estudo e um estudo mais amplo. O tecnólogo, apesar de formar um profissional exclusivo para aquela determinada área, o torna mais especialista, com estudos mais profundos e direcionados naquela área.

Esse tipo de curso surgiu conforme a demanda de setores ramificados, tanto na engenharia, como na computação e outros, o mercado começou a exigir trabalhadores cada vez mais especializados, em áreas bem segmentadas. Essa demanda exigia também rapidez na formação do profissional. Os cursos tecnólogos são ideais tanto para um trabalhador já possui conhecimentos em uma determinada área, servindo apenas para aprimorar seus conhecimentos prévios, como para aumentar a área de atuação do trabalhador, com cursos complementares à sua área de atuação. Se o objetivo for um curso ainda mais amplo, sem uma especialização definida, o ideal são os cursos de graduação por abordarem temas diversos e mais abrangentes.

O aumento da procura por esses cursos tecnólogos se deve a rapidez em que o profissional é colocado no mercado, o curso sendo mais curto e enfático acaba suprindo as carências específicas de uma região, seja por demanda de mão-de-obra especializada em uma empresa ou por urgência de bons profissionais. 

A maior crítica feita às especializações rápidas é a respeito da possível deficiência da formação cultural do aluno. Apesar de a grade curricular ser menor em tamanho, ela é bem mais enfática do que a do bacharelado, por exemplo, e se concentra em questões específicas do trabalho.

Os graduados nos CST (Cursos Superiores de Tecnologia) são profissionais de nível superior com formação direcionada para a produção, inovação científico-tecnológica e gestão de processos de produção de bens e serviços. Eles possui validade oficial assim como os demais cursos superiores (bacharelado ou licenciatura), e com ele é possível fazer uma pós-graduação, MBS e até mesmo um mestrado.

 
Segundo o Ministério da Educação, estes são abertos a qualquer candidato que tenha concluído o ensino médio, ou equivalente, e que tenham sido classificados no processo seletivo. 

“The book is on the tablet?”

21 de setembro de 2011

De acordo com a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a partir de 2012 o Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets nas escolas públicas com o objetivo de universalizar o acesso à tecnologia para os alunos.

O tablet é um dispositivo pessoal em formato de prancheta que não possui teclado, apenas uma tela com entre 7 e 10 polegadas – bem maior que um iphone, por exemplo - e sensível ao toque.

Ele pode ser usado para acesso à internet, armazenamento e visualização de fotos, músicas e vídeos, leitura de jornais, livros e revistas, e ainda download de jogos e outros aplicativos.

Facebook para educadores

18 de maio de 2011

O Facebook tem sua história bem ligada à educação. Afinal, foi no alojamento de uma das maiores instituições de ensino do mundo de onde surgiu o projeto que hoje se tornou a rede social que mais cresce no mundo.

Inicialmente surgiu como uma rede de contatos restrita apenas aos estudantes da Universidade de Harvard. A ideia amadureceu e ganhou o mundo com mais de 500 milhões de usuários ativos.

Não é de se espantar que ideias como essa sujam de projetos aparentemente despretensiosos dentro de campus de instituições de ensino.

Participe do IES Management

6 de maio de 2011

Entre os dias 15 e 17 de junho, a cidade de São Paulo receberá representantes das Instituições de Ensino Superior Privado de todo o país para acompanhar os debates do IES Management – Fórum de Práticas e Gestão em Instituições de Ensino Superior.

 

Clientes da Cadsoft podem se inscrever no evento com 15% de desconto. Não deixe de se inscrever!

Por Marcelo Toledo

 

Em pauta, o movimento de fusões e aquisições no setor, a profissionalização da gestão, inovação e capacitação do corpo gerencial das IES privadas.

 

Organizado pela IBC, o Fórum IES Management terá como mote de sua programação um reflexo do mercado atual. “O setor passa por um processo de consolidação, com grandes grupos educacionais adquirindo instituições menores. Neste cenário, todos buscam a profissionalização da gestão como forma de obter melhores resultados e se preparar para os desafios da concorrência” explica Yvelise Tonon, gerente do IES Management.

 

A estrutura do fórum permitirá aos participantes o debate de temas amplos nas sessões matutinas, e o aprofundamento em questões específicas à tarde. Perspectivas globais e macro ambiente da educação superior no Brasil, financiamento e investimentos nas instituições, sustentabilidade, desenvolvimento para as pequenas e médias IES, modernização tecnológica, recursos humanos e inovação serão temas discutidos nos dias 15 e 16, pela manhã.

Nas sessões vespertinas, o publico poderá acompanhar diversas apresentações e experiências práticas sobre marketing e comunicação nas IES, gestão financeira e recursos humanos. Estão programadas palestras do IBMEC, FECAP, UNIGRANRIO, Fundação Vanzolini, UNIMEP, PUC-PR, FGV, UMC, FAAP, FMU, FIA, Universidade Braz Cubas e HSM Educação.

 

Entre os palestrantes confirmados destacam-se o diretor presidente do grupo Estácio, Eduardo Alcalay, o presidente do grupo Anima, Daniel Faccini Castanho, o vice-presidente da UNITALO, Cristiano Marchi Gimenes, o vice-reitor da UNIBAN, Ellis Brown, o ex-reitor da UNISUL, Prof. Gerson da Silveira, e os diretores regional e de marketing do grupo Anhanguera, Carlos Roberto Pagani Jr. e Carlos Renato Fernandes. 

O Fórum IES Management é uma iniciativa da IBC, empresa do Informa Group, com o patrocínio da Cadsoft. As informações sobre o evento estão disponíveis no site www.iesmanagement-ibc.com.br e na Central de Atendimento, pelo telefone 11-3017-6808.

 

AGENDA:

IES Management – Fórum de Práticas e Gestão em Instituições de Ensino Superior

Data: 15 a 17 de junho de 2011.

Local: AMCHAM Business Center – Rua da Paz, 1431 – Santo Amaro, SP

Organização: IBC, empresa do Informa Group

Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.com.br

Saiba o que aconteceu no 2º SADE BR

3 de maio de 2011

Na quinta-feira, dia 28/04, aconteceu a 2ª edição do Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira no escritório da Microsoft em São Paulo. O evento começou com a palestra de Glauson Mendes (@glausonmm) que apresentou um “Panorama das Redes Sociais no Ensino Superior Brasileiro”.

A apresentação abordou uma pesquisa realizada com o monitoramento das redes sociais na ferramenta Planeta Y de Maio de 2010 à Abril de 2011 e apontou dados relevantes sobre a utilização das redes sociais pelas IES.

Você sabia que 77% das citações nas redes monitoradas pela pesquisa vieram do Sudeste? Essa e outras conclusões você pode acompanhar na palestra:

Depois de todos os dados apresentados por Glauson Mendes, foi a vez de Raquel Recuero (@raquelrecuero) falar sobre “Conversação, contexto e mídia social”.

Dentre dados e informações importantes, a palestrante falou sobre a importância do conteúdo e do contexto para engajamento nas redes sociais.

Segundo Raquel Recuro, “Tomar parte na conversação é essencial no mundo da mídia social.” Não deixe de conferir a palestra na íntegra:

É importante compartilhar informações na rede e isso pode trazer inúmeros benefícios para sua instituição de ensino. Mas como medir esses resultados?

Para nos falar sobre como medir esses resultados, Rafael Damasceno (@rafaeld) falou sobre “Métricas na web 2.0. O que é relevante e o que não é relevante?”

Com sua experiência em Web Anatytics, Rafael falou sobre relatórios importantes e métricas necessárias para justificar o investimento em redes sociais pela instituição. 

Se você quer saber um pouco mais sobre ferramentas que pode utilizar para medir ações digitais, confira a palestra:

Você já conhece o Live@edu? A ferramenta da Microsoft que pode revolucionar a comunicação com seus alunos e professores:

Para fechar as palestras na primeira parte do dia, Marcus Aquenaton (@marcusaquenaton) falou sobre o “Revolucionário Educacional Criativo”.

A apresentação mostrou o aplicativo criado no Facebook pela Universidade de Guarulhos (@Ung_oficial) e os resultados esperados com a ação.

O aplicativo na rede de relacionamentos prevê uma série de perguntas que apontam como resultado as áreas profissionais de maior interesse de quem está respondendo.

O que a instituição pretende alcançar com ações como essa? Descubra na apresentação de Marcus:

A parte da tarde começou bem com a entusiasmada palestra de Rafael Villas Bôas sobre “Portais x CRM x Monitoramento de Redes Sociais”.

Com uma série de insights sobre como pensar e fazer marketing no segmento educacional, Rafael abordou ações digitais e a eficácia de um portal de uma instituição de ensino.

Com o objetivo de refletir a forma como as instituições estão disponibilizando informações na rede, fez uma comparação de portais e abordou práticas e estratégias que podem fazer a diferença na internet.

Para ter acesso ao conteúdo ministrado por Rafael Villas Bôas, escreva para rafael.villas@cadsoft.com.br

 

Para não deixar o assunto iniciado por Marcus Aquenaton sobre a importância dos aplicativos na web 2.0 morrer, Grazielle Mendes (@grazimendes) abordou alguns cases do Centro Universitário UniBH na palestra: “O poder dos aplicativos nas redes sociais”.

Além de compartilhar a estratégia, o desenvolvimento e os benefícios para o público que interagia com os aplicativos, Grazielle mostrou os resultados alcançados nas várias ações apresentadas.

Saiba um pouco mais sobre o assunto e como outras IES estão trabalhando nas redes sociais para alcançar o engajamento com os públicos de interesse assistindo à apresentação:

Enquanto todos os palestrantes apresentavam os benefícios de investimento nas novas mídias e falavam sobre cases de sucesso, Lucas Rossi (@estagiarioy e @lucasrossi1988) fez sua apresentação para mostrar um contraponto.

A palestra “Estagiário Y” abordou como pensam e como agem os pertencentes à tão falada “Geração Y”. O que seus alunos esperam da sua instituição de ensino? Como usar esse público a seu favor e engajar cada um deles na conversação online?

Essas e outras perguntas são abordadas e respondidas de uma maneira bem descolada na apresentação de Lucas:

Qual a visão do mantenedor sobre a entrada da instituição nas redes sociais? Como a instituição pode, por meio da divulgação de mensagens online, potencializar sua presença e o relacionamento com público alvo de interesse?

Esse foi o tema abordado por Carmen Luiza da Silva em sua palestra: “A expectativa do mantenedor sobre o ingresso nas Redes Sociais” Quer saber Como os profissionais  de marketing podem utilizar a web 2.0 de forma a gerar resultados para as IES e qual posicionamento estratégico esperado?

Descubra o que pensa a Pró-Reitora Acadêmica da Universidade Tuiuti do Paraná:

Para fechar o evento com chave de ouro, Mariela Castro (@marielacastro) falou sobre: “Mídias sociais como estratégia de negócios”.

Abordando o conceito de “Geração C” ela fala sobre comunicação, conexão, colaboração, co-criação, coleção, categorização, conhecimento coletivo, customização, conversação, comunidade e COMPORTAMENTO.

Falando sobre conhecimento, ela cita Marc Prensky um educador que diz que “a fonte de conhecimento hoje não são mais apenas os professores, e sim a internet.” Entenda mais sobre as mudanças no comportamento coletivo na palestra de Mariela:

O evento foi inteiramente transmitido pelo Twitter: www.twitter.com/sadebr

As fotos e demais informações estão em nossa página no facebook: www.facebook.com/sadebr

Não fique de fora desse universo e ajude a organizar o próximo evento. Críticas, sugestões, comentários e todo feedback sobre a realização do evento são bem vindas!

Já estamos nos preparando para a 3ª edição e contamos com você para nos ajudar a selecionar temas, sugerir palestrantes e tornar o SADE BR um evento cada vez melhor.

Separe a data da próxima edição: 27/10

E até lá, estaremos sempre nas redes para não deixar a discussão sobre a importância das redes sociais para a educação brasileira parar. Amplie o diálogo e interaja com seu público.

Engajamento é essencial!!!  

2º SADE BR

22 de março de 2011

 

No dia 28 de abril de 2011, a Cadsoft, em parceria com a Microsoft, realizará em São Paulo a 2º edição do Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira para discutir o tema: "Conversão e relacionamento potencializados pelas redes sociais”.

SADE BR

20 de setembro de 2010

No dia 28 de outubro de 2010, a Cadsoft, em parceria com a Microsoft, realizará em São Paulo o 1º Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira para discutir o tema: “O ponto de encontro e relacionamento da Geração Y”.

O papel da educação nas eleições

10 de setembro de 2010

TEXTO SOBRE: Conhecimento  Governo  IES  MEC

 

 

 

 

É tempo de eleição! E às promessas de mudanças, o pedido do seu voto! Mais uma vez faz-se necessário refletir sobre o papel da educação reflexiva.

Que tipo de homem e de sociedade queremos formar? O que representa o espaço da sala de aula enquanto espaço de aprendizagem? Qual o compromisso que a escola tem com a formação humana, a saúde, a educação do país? É possível fazer política com honestidade? Cabe então uma reflexão sobre este momento de encontro entre aprendizes e professores.