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Incentivo-educação-pobres-Lula

12 de julho de 2010

Esta semana foi veiculada uma noticia no site UOL sobre uma declaração do presidente da republica, Lula, sobre o ingresso de jovens no ensino superior. A declaração era voltada aos presidentes anteriores. Em tom de crítica, o presidente Lula acusou os presidentes anteriores de não incentivarem o ingresso de jovens pobres no ensino superior.

 

Diante desta declaração é preciso fazer uma análise do ensino superior nos últimos 16 anos pelo menos. Até 1994, antes da Lei 9394 (Lei de diretrizes e base da educação) que só foi promulgada em 1996, o Brasil tinha pouco mais de 700 mil vagas no ensino superior, e não era permitido que empresas privadas oferecessem este tipo de serviço. Tínhamos no Brasil perto de 3% dos jovens entre 18 e 24 anos matriculados no ensino superior, e como todos sabem, a educação pública era reservada a poucos, que tinham condições de estudar em bons colégios e pagar ótimos “cursinhos” para se prepararem para o vestibular. Ou seja, a educação superior estatal era para a minoria que não precisava dela.Nesta época, as instituições públicas eram responsáveis por aproximadamente 150.000 vagas e o ensino pago por cerca 500.000.

 

Após a LDB de 1996, que permitiu que entidades com fins de lucro oferecessem educação de nível superior, houve uma explosão de crescimento, chegando a taxas de mais de 20% ao ano na abertura de novas vagas, porém, a grande maioria delas privada.

 

Passados quase 15 anos da promulgação da lei, a situação atual é a seguinte: cerca de 5 milhões de alunos no ensino superior, sendo quase 4 milhões no ensino privado e cerca de 1,5 milhão no ensino público. Porém, se analisarmos o posicionamento do atual governo em relação a política de educação, podemos encontrar no site do MEC as seguintes afirmações:

"O processo de globalização colocou nosso país e a universidade diante de uma encruzilhada. De um lado, o caminho da desregulamentação e da mercantilização do ensino, que retira do Estado o protagonismo na definição das políticas educacionais. De outro, um projeto que percebe a educação superior como um direito público a ser ofertado pelo Estado gratuitamente, com qualidade, com democracia e comprometido com a dignidade do povo brasileiro, com as expressões multiculturais que emergem do interior da sociedade, com a sustentabilidade ambiental e com o desenvolvimento tecnológico de sua estrutura produtiva.

O governo atual optou pelo segundo caminho: valorização da universidade pública e defesa da educação como um direito de todos os brasileiros. Para o Ministério da Educação, a universidade tem um papel estratégico na construção de um novo projeto de desenvolvimento, que compatibilize crescimento sustentável com justiça social."

 

Diante destas afirmações fica difícil entender a crítica do presidente Lula.

Se o atual governo acredita no ensino público, que tem pouco menos de 1,5 milhão de vagas, e é sabido por todos nós que menos de 10% dos jovens de 18 a 24 anos do Brasil estão matriculados no ensino superior, o que esta sendo feito, por este governo, para incentivar (ou melhor, viabilizar) o ingresso de jovens pobres no ensino superior?

 

Texto de Daniel Antonucci

Semesp debate gestão do Ensino Superior

11 de maio de 2010

 

Com o objetivo de ampliar a atuação da entidade em todo o Estado de São Paulo e levar orientação especializada ao corpo diretivo das IES em suas regiões de atuação, em 2005 foram realizadas as primeiras Jornadas Regionais do SEMESP. Por meio desde ciclo de palestras, o Sindicato tem a oportunidade de interagir com os gestores das IES de diversas regiões do interior, conhecer melhor sua realidade e, assim, trabalhar para o fortalecimento do Ensino Superior Paulista como um todo.

Os gestores, por sua vez, têm acesso a atualizações e orientações especializadas, fundamentais no dia-a-dia de trabalho, através de palestras cujos temas são sugeridos pelas próprias IES. As Jornadas Regionais atingem anualmente mais de 1.000 pessoas, de cerca de 160 IES de todo o Estado.

Censo da Educação Superior - Prazo prorrogado

4 de maio de 2010

O INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira) prorrogou, pela segunda vez, o prazo para o preenchimento do Censo da Educação Superior 2009.
 
Agora, as instituições de educação superior (IES) têm até o dia 10 de maio para o fornecimento de dados, realizado mediante preenchimento de sistema on-line.

6ª Jornadas Regionais Semesp

31 de março de 2010

Ontem a Cadsoft participou de um evento organizado pelo Semesp que discutiu temas relacionados à gestão e políticas educacionais com líderes e decisores de 24 instituições de ensino.

O evento foi realizadoem São Paulo e contou com 3 palestras. José Roberto Covac, consultor jurídico do Semesp, e Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp falaram sobre a legislação, os instrumentos de avaliação e os indicadores CPC e IGC.

Glauson Mendes, líder educador da Cadsoft, apresentou o "PLANETAY"uma ferramenta baseada na interatividade das redes sociais e na importância da organização da comunicação online para as Instituições de Ensino.

Censo da Educação Superior 2009

29 de janeiro de 2010

TEXTO SOBRE: Comunidade Brasileira  Governo  IES  MEC

No início do mês de janeiro o INEP divulgou as orientações para o preenchimento do Censo da Educação Superior de 2009. Devem responder ao censo todas as IES que tiveram pelo menos um curso com alunos matriculados e data de início de funcionamento entre janeiro e dezembro de 2009, conforme ofício de 15/01/2010. A data final para que as IES respondam ao censo é 05/04/2010.

Valeu a pena!

24 de junho de 2009

 

Na semana do dia 01 a 05/06 estive junto com o Rogério Dalcin fazendo operação curiosidade e planejamento do Projeto de um parceiro nosso: a FAL – Faculdade de Natal. O resultado desse trabalho foi a apresentação de um projeto que ganhou o nome de Bússola. O nome foi escolhido devido às funcionalidades desse objeto.

 

Aproveitando a visita à terra do sol, liguei para o Oswaldo e Ronald para saber se poderia visitá-los para um bate papo e talvez ajudar em alguns assuntos do projeto Raízes. Assim, marcamos uma reunião às 9h do dia 09/06.

O Novo Enem

8 de maio de 2009

Este ano o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) fará o papel de vestibular unificado para todas as universidades federais.

O vestibular nos moldes de hoje, produz efeitos deletérios sobre o currículo do ensino médio que está cada vez mais voltado para a descoberta, segundo o ministro Fernando Haddad.

Como a GAM espera contribuir com a educação?

30 de março de 2009

O mercado brasileiro de educação superior está fervilhando. Projetos de leis tramitando no congresso nacional, nos mais variados temas. Da proibição da reprografia nas instituições às novas formas de financiamento do ensino superior. Fusões, aquisições, reposicionamento são vistos a cada semana pelo país. O ensino a distância cada vez mais é uma aposta, ora para reduzir custos operacionais, ora para ser um diferencial de relacionamento com o aluno, ora tudo isso, de forma harmonizada, visando auxiliar o processo de produção e socialização do conhecimento em seus cursos. De acordo com o MEC, desde 2003 o crescimento da EAD foi superior a 685%.

Experiência da UVA com o ENADE

6 de fevereiro de 2009

TEXTO SOBRE: Cadsoft  IES  MEC  enade

Aproveitando que o assunto do ENADE foi colocado em pauta no dia dois de janeiro pela Luciana no post: Universalização do ENADE, resolvi contar um pouco da experiência com este processo na instituição de ensinoque estou visitando nesta semana.

Universalização do ENADE

3 de fevereiro de 2009

Agora o ENADE (Exame Nacional de Desempenho Estudantil), deixa de ser realizado por amostragem. Foi essa a notícia declarada pelo presidente do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), e publicada nos principais sites do país em 20 de novembro de 2008.