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Universalização do ENADE

3 de fevereiro de 2009

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Agora o ENADE (Exame Nacional de Desempenho Estudantil), deixa de ser realizado por amostragem. Foi essa a notícia declarada pelo presidente do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), e publicada nos principais sites do país em 20 de novembro de 2008.

A mudança no exame é um assunto que já vem sendo pensado e discutido há um bom tempo tanto pelo MEC quanto por algumas instituições de ensino, como a USP que critica o processo de amostragem no exame e afirma que esse processo não mostra a representação total dos cursos. Já o MEC vem apresentando certa resistência na universalização, justificando o aumento de 30% no investimento do exame.

pós a declaração do presidente do INEP, Reynaldo Fernandes, o Ministério da Educação publicou uma Portaria Normativa, 01 de 29 de janeiro de 2009, que determina os cursos que serão avaliados na versão do exame e estabelece outras diretrizes, o que gerou muitas controvérsias.

No artigo 3º da Portaria Normativa, fica claro que o exame ainda admite os procedimentos por  amostragem para seleção dos alunos. No mesmo artigo, no parágrafo 4º fica claro que os alunos que não forem selecionados pelo INEP, serão dispensados do exame.

Mas e a universalização do exame?

Bem, a resposta para essa pergunta virá no dia 31 de março de 2009, data da publicação do Manual do ENADE 2009 e de outras diretrizes.

O exame já teve sua data definida para 08 de novembro de 2009 e seu prazo de inscrição estendido para dois meses.
Agora o aluno não tem mais como escapar do exame, têm que fazer. Qual a sua opinião sobre a universalização do exame?

 

Texto de Luciana Cavalcanti

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04
Feb
2012



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 Comentários
  • 05
    fev 
    2009
    Marina

    Lu,
    Acho que a amostragem já é desnecessária. Tornar obrigatório seria um sufoco. Quando eu fui “escolhida” de forma aleatória para fazer o exame do meu curso, resolvi seguir a tendência de uns mais revolucionários e protestar durante o exame. Marcamos a letra A em todas as questões fechadas. Nas abertas o texto era sempre o mesmo. Os alunos do meu curso têm anulado as provas desde 1998 e eu, preferi fazer o mesmo. Tornar obrigatório seria um caos. Existem outras formas de avaliar o ensino do que um simples prova de múltipla escolha. A prova só limita e deixa a educação brasileira mais a mercê do resultado objetivo. Na minha opinião, um atraso de vida uma vez que as novas tedências do ensino apontam para avaliações mais eficazes. Classificar, avaliar e hierarquizar, será que isso é mesmo necessário? E se for mesmo, será que 64 questões vão apontar o que é melhor ou pior???

  • 14
    mar 
    2009
    Cadsoft - Gestão Acadêmica Moderna » Experiência da UVA com o ENADE

    [...] que o assunto do ENADE foi colocado em pauta no dia dois de janeiro pela Luciana no post: Universalização do ENADE, resolvi contar um pouco da experiência com este processo na instituição de [...]